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quinta-feira, 11 de março de 2010

Eutanásia – crime ou direito?

Existem pessoas em todo o mundo que se encontram por vários anos em estado vegetativo, respirando por aparelhos e definhando em cima de uma cama.
Existem pessoas em todo o mundo que defendem o direito do uso da eutanásia para fazer cessar o sofrimento e a dor destas pessoas.
Existem pessoas em todo o mundo que entendem que a eutanásia vai contra as leis de Deus e atentaria contra a vida destas pobres almas que dia a dia se acabam sem nada poder fazer.
Estas pessoas que se encontram neste estado não têm como se defender, às vezes não têm como exprimir o seu desejo e assim necessitam de que outros decidam por eles.
As leis de nosso País proíbem a eutanásia, a Igreja Católica, como também outras religiões não aprovam o uso desta medida para resolver este tipo de evento.
Afinal, quais seriam as necessidades reais destes que não têm como se defender, e que às vezes não têm condições de falar, na verdade não têm, virtualmente, condições nem de viver!
A eutanásia seria então um ato de covardia ou seria um ato de amor ao próximo?
Aqueles que sofrem sem nada poder falar, se assim pudessem exprimir as suas vontades iriam agradecer ou reclamar por suas vidas?
Infelizmente não sabemos, e é sem dúvida um assunto até difícil de ser comentado.
Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
Existe neste caso um conflito entre o Estado que tem como princípio a proteção da vida, e aqueles que, devido a seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte.
É sem dúvida um assunto controverso, existindo prós e contras, com teorias que se modificam com o tempo e com a evolução da sociedade, tendo sempre em conta o valor da vida humana.
Em nosso sistema legal brasileiro não existe a figura da eutanásia, porém como já falamos, com a evolução dos tempos e com o desenvolvimento da sociedade poderá um dia ser aprovada tal providência em nosso País.
A pergunta é uma só: a vida deve ser preservada a todo custo ou em certos casos especialíssimos poderá ela ser tirada?
O Estado tem como obrigação a preservação da vida, porém se ela não tem a sua plenitude por doenças ou anomalias provocadas por acidentes ou outros motivos, teriam estes cidadãos direito de resolverem a respeito de seus próprios destinos? Ou não?
Deus fez o homem e o colocou neste nosso mundo, deu-lhe o livre arbítrio, podendo ele inclusive se suicidar, mas este não é o caso em tela!
Será que nós não teríamos direito à nossa própria morte, em situações especiais e únicas?
Será que não tendo o cidadão mais nenhuma condição física de se auto exterminar e não tendo ele condição de viver plenamente, seria pecado a eutanásia?
Nem tudo que é ilegal é imoral, e também nem tudo que é pecado para alguns é imoral, para outros, depende muito de interpretação pessoal.
Será que a retirada da vida nestes casos seria uma monstruosidade sem fim? Será que “presentear” com a morte um enfermo sem nenhuma esperança de vida é realmente contra tudo que conhecemos?
Ouvi algumas vezes que a morte é apenas uma passagem desta vida para outras fronteiras e que o espírito nunca morre. Se assim o for, talvez não seja imoral o uso da eutanásia!
Os dogmas religiosos, as crenças em uma vida eterna e a verdade nua e crua, onde uma pessoa sofre por anos em uma cama e sabe perfeitamente que não tem saída e que sua situação não tem volta, aí, esta verdade se torna duríssima e é claro o desespero acontece e a morte é imediatamente lembrada para cessar a dor.
O desespero e a desesperança parecem ser uma dupla imbatível, porém somente com a fé em Deus é que poderemos melhor e mais claramente pensar a este respeito.
A crença da vida eterna, talvez mude com a dor, a fé tem que ser sempre nutrida pela esperança e pela certeza da existência de Deus e de dias melhores.
A grande dúvida é se nós ou terceiros em nosso nome, poderíamos ou não dispor da vida?
O grande desafio é descobrir até onde vai nosso direito, e onde definitivamente começa o direito ou talvez o dever das religiões com seus dogmas em nos ditar regras?
Perguntamos-nos, o porquê Deus não tira de nosso convívio pessoas que estariam enfermas e em estado terminal? Ora! Ele nos deu a vida e somente Ele poderia tirar!
Talvez a eutanásia seja realmente uma imoralidade. Ou é um direito de todo o ser humano?
Que é ilegal, sabemos, porém seria a eutanásia imoral?
Esta pergunta somente pode ser respondida depois de um amplo debate íntimo, por que só nós no fundo de nossos seres, é que teremos condições de responder a esta indagação!
A nós mesmos e a Deus!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Qual a melhor religião?

Desde que mundo é mundo, os seres humanos foram sempre influenciados por misticismos, com o passar do tempo por religiões e pela fé em um Deus, seja ele qual for.
Guerras santas onde milhares morreram, ataques terroristas em nome de um ser supremo, grandes massacres ligados a interesses religiosos e até uma inquisição católica de caça as bruxas por toda a Europa antiga.
Pois bem, qual seria a melhor religião?
Qual seria a religião que mais chegaria perto de Deus?
Qual afinal seria a mais justa e perfeita?
O meu Deus é melhor que o seu ou o seu Deus é mais forte e inteligente do que o meu?
Aqui viemos para servir a Ele ou a nós mesmos?
Perguntas como estas são feitas todos os dias pelo nosso mundo, pessoas todos os dias em todos os lugares pensam como seria este tal ser supremo que alguns chamam de Deus.
No meu humilde entender, temos Deus dentro de nós, fazemos parte integrante de todo este contexto, como também da vontade bondosa de nosso Deus.
Não importa qual a religião se Católica, Presbiteriana, Judaica, Espírita, Islâmica ou outras tantas que existem em nosso mundo.
Importa sim, se nós temos Deus dentro de nós, se respeitamos o nosso próximo, se pelo menos tentamos viver de acordo com a moral e os bons costumes.
Importa se estamos do lado do bem, e se somos bons cidadãos.
Importa se não fazemos mal à coletividade, se vivemos em família e junto de nossas esposas e filhos, às vezes sozinhos, às vezes humildemente, porém com amor no coração.
Não importa se já erramos, importa se nos redimimos de nossos erros perante a Deus!
Se vivermos sempre com bons pensamentos e trabalhando honestamente sem dar prejuízo a outrem, estaremos carregando nossas baterias para a vida eterna, podem ter certeza nesta afirmação!
Afinal qual seria a melhor religião? Respondo com tranqüilidade.
Aquela que lhe dê mais proximidade de Deus, aquela que você se sente melhor, aquela que você ande realmente de cabeça erguida, por que você está com Deus dentro de si mesmo.
Por que será que várias pessoas freqüentam a igreja católica e depois vão a um centro espírita?
Por que alguns chamados “crentes” comparecem a terreiros de macumba?
Por que, por exemplo, muçulmanos são vistos freqüentando o candomblé?
Ora é simples, isso acontece em todas as crenças, a maioria das pessoas em todas as religiões simplesmente freqüentam este ou aquele culto, vão a missa nesta ou naquela paróquia, porém a fé real em Deus elas ainda não alcançaram e assim experimentam um verdadeiro “vai e vem” entre crenças e religiões.
Na verdade entendo que este ente sagrado conhecido por alguns por Deus e até por outros nomes, é um só e que nós seres humanos é que ainda não descobrimos esta verdade.
Em toda esta controvérsia, existem alguns que entendem que são os donos da verdade e que só a sua fé é que é boa e verdadeira e sabemos que este pensamento não é a verdadeiro.
Devemos entender que ninguém é o dono da verdade, mesmo por que não sabemos qual é a verdade e o que é inverídico.
A veracidade de fatos relativos à religião não é imutável e é dinâmico o que hoje é verdade amanhã pode ser duvidoso, o que hoje é duvidoso amanhã será a verdade, isso por que a ciência de hoje estuda profundamente certas verdades históricas e prova serem elas falsas.
Na verdade é Deus a única verdade! Única e imutável!
A crença de muitos varia muito de acordo com os preceitos de cada religião e cada uma tem sua fé em seu Deus.
Acho que Deus é um só e assim não adianta tentarmos discutir qual a melhor religião sem primeiramente pensarmos em Deus.
Deveríamos antes de tudo nos centrar em nosso comportamento, tentar sermos melhores, tentarmos efetuar melhores atos e tentarmos ser melhores pais e cidadãos.
Assim seremos melhores filhos de Deus e estaríamos em tese, trabalhando de acordo com sua vontade e seus preceitos.
Não nos adianta estarmos na igreja rezando e ao mesmo tempo pensando em um negócio a ser efetuado depois, não adianta ajoelhar para se mostrar um crente fervoroso e ficar olhando as pernas de uma mocinha que às vezes está ao seu lado em sua igreja ou em seu templo.
Conheço um verdadeiro crápula que vive dando prejuízo às pessoas, não se importando quem as sejam, e aos domingos comparece a igreja e ajuda o padre a distribuir hóstias e lê a bíblia em público em voz alta solenemente, isso é ridículo!
Nós não precisamos mostrar a ninguém que somos bons, honestos e religiosos.
Nós devemos ser realmente bons, honestos e acreditar em Deus e tê-lo dentro de nós mesmos e somente assim seremos felizes dentro deste nosso mundo já tão conturbado.
Assim sejamos felizes, tendo Deus como pai, amigo e companheiro!